Ficha de autora

Glória Marreiros
https://www.jornaltornado.pt/gloria-marreiros-da-cunha-n-1929/
Glória Marreiros
Ficcionista, poetisa, ensaísta, enfermeira

Medalha de Mérito Municipal da Câmara Municipal de Lagos, em 2018.

Cortez das Neves, E., & Marreiros, G. (2008). A Saúde dos Seus Dentes—O sorriso da sua boca. Porto: Campo das Letras.

Maltzahn, B. von, & Cunha, C. (1998). Calendário da gravidez: O livro de cabeceira da futura mãe (3a. ed). Porto: Campo das Letras.

Marreiros, G. (1991). Um Algarve outro, contado de boca em boca: Estórias, ditos, mezinhas, adivinhas e o mais--. Lisboa?: [Monchique]: Livros Horizonte?; Vila de Monchique.

Marreiros, G. (1995). Viveres, Saberes e Fazeres Tradicionais da Mulher Algarvia. Algarve: LEDA.

Marreiros, G. (1996). Lagos, Séc. XVII e século XX - Recolha Onomástica dos antropónimos e apelidos aos caminhos da história local. Lagos: Câmara Municipal de Lagos.

Marreiros, G. M. (2001). Almirante Jorge Ramos Pereira: Uma vida - um exemplo. Lisboa: Câmara Municipal de Caminha.

 Marreiros, G. (2015). Algarvios pelo coração, algarvios por nascimento. Lisboa: Colibri

Marreiros, G., & Andrade Sancho, E. (2010). Sombras e Luz—O Algarve no século XIX (G. Marreiros & E. Andrade Sancho, Eds.). São Brás de Alportel: Casa Cultura António Bentes.

Marreiros, G. M. (1962). Maternidade para orientação da futura mãe. Lisboa: Gráfica Santelmo.

Marreiros, G. M. (1988). Gravidez e Maternidade (Editorial Caminho; E. Peres, Ed.). Lisboa.

Marreiros, G. M. (2000). Quem foi quem? 200 algarvios do Séc. XX. Lisboa: Edições Colibri.

Teixeira, M. B., Cunha, A., Marreiros, G., Assunção, A. P., & Neto, T. (2004). Da quadrilha à contradança: O Algarve no tempo das invasões francesas (Casa da Cultura António Bentes; G. M. Marreiros & E. Andrade C. Sancho, Eds.). S. Brás de Alportel.

Armando Vaz, L. (Diretor). (2003, novembro 10). Glória Maria Marreiros e Afonso Dias. Em Entre Nós. Lisboa: RTP Int.

Pato, H. (2018, setembro 2). A liberdade passou por aqui. Glória Maria Marreiros da Cunha. Jornal Online Tornado.

Foi uma das fundadoras do Movimento Democrático de Mulheres (MDM), em 1968.

Lisboa, E., Rocha, I., Instituto Português do Livro, & Instituto Português do Livro e das Bibliotecas (Eds.). (1985). Glória Marreiros. Em Dicionário cronológico de autores portugueses. Mem Martins, Portugal: Publicações Europa-América.

Escritora e atleta são os homenageados no Dia do Município de Lagos. (2018, setembro 21). Sul Informação. Obtido de https://www.sulinformacao.pt/2018/09/escritora-e-atleta-sao-os-homenageados-no-dia-do-municipio-de-lagos/ 

Feldman, E., & Guerra, P. (Diretores). (2020). Gloria Marreiros [Documentário]. Em Mulheres na Resistência.

Glória Marreiros [Site]. (sem data), de Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) website: http://livro.dglab.gov.pt/sites/DGLB/Portugues/autores/Paginas/PesquisaAutores1.aspx?AutorId=7646 

Maria Marreiros, G. (maio de 2013). Amar a criança ainda antes de ela ser criança [Site]. Obtido de João dos Santos, médico psiquiatra, psicanalista, pedagogo website: https://joaodossantos.net/contributos/amar-a-crianca-ainda-antes-de-ela-ser-crianca/ 

Vidal, V. (1998). A pequena história do preservativo (G. Marreiros, Trans.). Porto: Campo das Letras.

Em 1954 entra na Escola de Enfermagem Ravara.

Após o 25 de abril licenciou-se em filosofia pela Faculdade de Letras de Lisboa. Fez posteriormente uma pós-graduação em museologia Social.

Tem participado, em Portugal e no estrangeiro, em congressos, fóruns, encontros e seminários, como autora ou convidada, no domínio da Literatura, da Etnologia, da História Local e da Museologia.

É sócia da Associação 25 de abril.

Durante a campanha eleitoral para as eleições presidenciais de 1958, aderiu ao Partido Comunista Português (PCP) e fez parte da Comissão de Assistência aos Presos Políticos e Famílias.

A sua casa foi revistada pela PIDE em 1959, porém, não abriram processo.

Colaborou na fundação do Centro Infantil Helen Keller de que foi subdiretora até 1963.

Entre 1965 e 1968, foi secretária na embaixada de Cuba em Portugal.

Em 1968 fundou e dirigiu um infantário e jardim infantil, cujo alvará nunca lhe foi concedido até ao 25 de Abril. Recebê-lo-ia em junho de 1974, ano em que também recebeu o diploma de professora do ensino particular.

Candidatou-se às eleições legislativas de 1969 com o seu nome de solteira e a profissão "doméstica".

Em maio de 1972, subscreveu o manifesto intitulado «A Situação Política Portuguesa e o Fracasso do Reformismo», apreendido pela DGS e, depois de interrogada, foi-lhe fixada residência no concelho de Lisboa, situação que se manteve até ao 25 de Abril.

Em maio de 1974, fez parte da comissão administrativa da freguesia de São Jorge de Arroios até às eleições autárquicas e, em fevereiro de 1975, foi convidada para a Direção dos Serviços Prisionais Militares, onde exerceu cargos administrativos e de chefia no Serviço de Apoio (Serviço Social).

Em 1982, estagiou em Bruxelas num centro de acolhimento de toxicodependentes.

Reformou-se em 1987, mas mantém-se ligada a diversas instituições, como a Associação para o Planeamento da Família, o MDM, a União dos Resistentes Antifascistas, sendo membro da Comissão para a Memória do Forte de Peniche, e o Movimento Internacional da Nova Museologia (MINOM Portugal).

Foi diversas vezes candidata à Assembleia da República e à Freguesia de Arroios pelo PCP.

Elementos Biográficos

Glória Maria Marreiros da Cunha
26 de agosto 1929
Monchique

Dados de Inventário

Identificação dos inventariantes

Mariana Branco
Mariana Branco

logos das entidades apoiantes

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